Por que é que temos de pagar a baixa da senhora, enquanto ela está nos EUA a acompanhar o filho?
As licenças sem vencimento não se aplicam nesta situação?
(E sim, tenho pena que o filho se tenha passado dos carretos quando percebeu que não conseguia fazer tudo e mais alguma coisa para ser famoso e em vez de se pôr a andar tenha matado uma pessoa. Deve ser duro para a mãe e para o resto da familia. Mas os meus descontos e impostos já não vão chegar para pagar as situações legais e legitimas, quanto mais as ilegalidades!)
terça-feira, 29 de maio de 2012
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Frozen in time or back to the past
Já não ia lá há muitos, muitos anos.
Tal como o Pavilhão Chinês e o Fox-Trot, o Procópio fazia parte integrante da vida nocturna do meu grupo dos tempos de Faculdade e dos estágios que se lhe seguiram.
Na 6ªf, quando a S. sugeriu que fossemos lá tomar um copo depois do jantar dos 30 anos dela, pensei que ia regressar ao passado. E fui.
Estava lá tudo. As mesmas mesas, sofás, candeeiros e bric-a-brac.
Estavam lá todos. Com camisas vermelhas, rugas, copo na mão, cigarro na boca e o mesmo ar blasé de sempre.
Congelados no tempo.
Tal como o Pavilhão Chinês e o Fox-Trot, o Procópio fazia parte integrante da vida nocturna do meu grupo dos tempos de Faculdade e dos estágios que se lhe seguiram.
Na 6ªf, quando a S. sugeriu que fossemos lá tomar um copo depois do jantar dos 30 anos dela, pensei que ia regressar ao passado. E fui.
Estava lá tudo. As mesmas mesas, sofás, candeeiros e bric-a-brac.
Estavam lá todos. Com camisas vermelhas, rugas, copo na mão, cigarro na boca e o mesmo ar blasé de sempre.
Congelados no tempo.
Palavras ocas
Ontem foi um texto de 186 páginas que podia ocupar 90.
Hoje foi um de 155 páginas a dizer o que se pode dizer em, vá lá, 50.
Estou com os olhos em bico de tanta revisão.
E irritada por este tipo de estratagemas que põe empresas de formação, consultoria e quejandos a ganhar dinheiro com "trabalho" que não serve para nada.
Excepto para encher os bolsos a alguém.
Que não eu, claro. Para mim e para os outros "voluntários" (à força) são os agradecimentos da praxe. Quando temos essa sorte.
Hoje foi um de 155 páginas a dizer o que se pode dizer em, vá lá, 50.
Estou com os olhos em bico de tanta revisão.
E irritada por este tipo de estratagemas que põe empresas de formação, consultoria e quejandos a ganhar dinheiro com "trabalho" que não serve para nada.
Excepto para encher os bolsos a alguém.
Que não eu, claro. Para mim e para os outros "voluntários" (à força) são os agradecimentos da praxe. Quando temos essa sorte.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Há vidas piores que telenovelas
Aos 56 anos já perdeu o marido (para o mar), um filho (para o suicídio), os pais (para a doença), outro filho (para a prisão) e já se tentou perder definitivamente por 2 vezes.
É para espantar que lhe doa a vida?
É para espantar que lhe doa a vida?
terça-feira, 22 de maio de 2012
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